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Armadilhas ovitrampas apontam índice de 91% de positividade em amostras coletadas no Rota do Sol

A Vigilância em Saúde Ambiental fez uma nova leitura das armadilhas ovitrampas instaladas em Sorriso. Nas 567 armadilhas instaladas no Município fo...

30/03/2026 10h48
Por: Redação
Fonte: Prefeitura de Sorriso - MT
Foto: Reprodução/Prefeitura de Sorriso - MT
Foto: Reprodução/Prefeitura de Sorriso - MT

A Vigilância em Saúde Ambiental fez uma nova leitura das armadilhas ovitrampas instaladas em Sorriso. Nas 567 armadilhas instaladas no Município foram coletados 45.583 ovos e, desse total 77%, isso é, mais de 35 mil das amostras coletadas positivaram para o Aedes aegypti, agente mosquito transmissor da dengue, zika e Chikungunya. Os dados foram coletados pela Vigilância em Saúde Ambiental na quinta-feira, dia 26 de março.

Dentre os índices de maior preocupação está o bairro Rota do Sol: com 34 armadilhas inspecionadas e a coleta de 5.024 ovos, 91% ou seja, 4.471 ovos positivaram para o Aedes aegypti.

A coordenadora da Vigilância Ambiental, Claudete Damasceno, pontua que a quantidade de ovos positivos é “alarmante”. “Em específico no Rota esta semana a equipe da coleta de entulhos secos está lá, então pedimos aos moradores que coloquem na calçada todo material que deve ser retirado”, frisa.

Sobre as armadilhas

A armadilha ovitrampas é uma ferramenta estratégica que permite identificar precocemente áreas com maior risco de proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.os dados permitem um planejamento mais eficiente das ações direcionado para os pontos cruciais.

“As ovitrampas são essenciais para podermos identificar onde o mosquito está se reproduzindo com maior intensidade. A partir desses números, conseguimos direcionar melhor nossas equipes, intensificar as ações nos bairros mais críticos e orientar a população sobre a importância de eliminar qualquer foco de água parada”, destaca.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que oenfrentamento ao Aedes aegypti é uma responsabilidade compartilhada. A colaboração da comunidade, com cuidados simples no dia a dia, como manter quintais limpos, descartar corretamente recipientes e permitir o acesso dos agentes de saúde, é fundamental para reduzir os focos e proteger a saúde da população.

  • Texto: Claudia Lazarotto

    Fotos: Vigilância em Saúde Ambiental

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    Este material só pode ser utilizado para fins jornalísticos, informativos e educativos, sempre citando a fonte original, conforme prevê a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).